Nossa Senhora da Misericórdia (Escola de Siena – 1350)

Nossa Senhora da Misericórdia (Escola de Siena – 1350)

1. VEM, ESPÍRITO CRIADOR – VENI CREATOR SPIRITUS – Rabano Mauro (ca. 780-856), abade de Fulda, arcebispo de Mainz; o texto chegou a ser a tribuído a Carlos Magno, mas deve-se o fato da preeminência de Rabano Mauro na Corte de Aquisgrana. Tradução literal do latim por Raniero Cantalamessa. Tradução do italiano; Ephraim Ferreira Alves.

2. AVE, RAINHA DO CÉU – AVE REGINA COELORUM Século XII. Tradução: Liturgia das Horas, vol. I, CNBB.

3. DE PÉ, A MÃE DOLOROSA – STABAT MATER DOLOROSAOriginal em latim escrito por Jacopone da Todi (1220-1306).

4. EU TE ADORO COM AFETO – ADORO TE DEVOTE. Santo Tomás de Aquino. Quando o Papa Urbano IV (1261-1264) estabeleceu a Festa de Corpus Christi, pediu a Tomas de Aquino (1225-1274) que compusesse os hinos para a Liturgia da Festa. Para a mesma festa o grande teólogo e filósofo compôs os hinos Adoro te devote, Lauda Sion Salvatorem (o mais belo), Pange Lingua, Sacris Sollemnis e Verbum Supernum. Tradução: Intratext – Dicionário tomista.

5. ESTAMOS PRESENTES, da liturgia mozarábica. IV Concílio de Toledo (633). Oratio pro synodo. Esta oração, desde tempos imemoriais é usada para introduzir as assembleias capitulares das comunidades monásticas. Tradução do italiano: Pe. José Artulino Besen.

6. SIÃO, EXULTA DE ALEGRIA – LAUDA SION SALVATOREMSanto Tomás de Aquino (1225-1264. Quando o Papa Urbano IV (1261-1264) estabeleceu a Festa de Corpus Christi, pediu a Tomas de Aquino (1225-1274) que compusesse os hinos para a Liturgia da Festa. O Hino Lauda Sion, que é a Seqüência a ser cantada antes do Evangelho é um dos mais belos hinos do Aquinate, pois contém toda a teologia e espiritualidade da Eucaristia. Para a mesma festa o grande teólogo e filósofo compôs os hinos Adoro te devote, Pange Lingua, Sacris Sollemnis e Verbum Supernum.

7. ONDE O AMOR E A CARIDADE – UBI CHARITAS ET AMOR.

8. SANTA MÃE DO REDENTOR – ALMA REDEMPTORIS MATERHermannus Contractus (+1054), monge beneditino.
Abadia de Reichenau, Alemanha. Tradução: Pe. José Artulino Besen.

9. O AMOR – SEGREDO DE TUDO. Juliana de Norwich (1342-1416). Tradução: Pe. José Artulino Besen.

10. Ó FELIZ PECADO DE ADÃO! Juliana Norwich (1342-1416). Tradução: Pe. José Artulino Besen.

11. LOUVOR A TI QUE NOS TRAZES A LUZ. Indegard von Bingen (1098-1179). O ignis Spiritus Paraclite. Tradução: Pe. José Artulino Besen.

12. A MINHA FACE TE PROCUROU. Guilherme de Sanit-Thierry (1085-1148). Meditationis orationis 9, 17. Tradução: Pe. José Artulino Besen.

13. Ó DULCÍSSIMO BEIJO. Gertrude de Helfta (1220-1291). Exercitium divini amoris. Tradução: Pe. José Artulino Besen.

14. O CÂNTICO AO IRMÃO SOL (ou LOUVORES DAS CRIATURAS). São Francisco de Assis (1181/1182-1226).

15. MEDITAÇÕES. Guillaume de Saint-Thierry (1085-1148). Tradução: Pe. José Artulino Besen.

16. TRATADO DO PURGATÓRIO. Santa Catarina de Gênova (1447-1510). Tradução: Pe. José Artulino Besen.

17. CRISTO, DE TUDO SENHOR – CHRISTE CUNCTORUM DOMINATORCanto ambrosiano do século V. Tradução.: Pe. José Artulino Besen.

18. AS VISÕES. Santa Juliana da Norwich (1342-1416). Tradução: Pe. José Artulino Besen, a partir da transcrição italiana do texto elaborada por Elisabetta Pellegrini Sayiner.

18. CRIADOR BONDOSO DA LUZ – LUCIS AUCTOR CLEMENS. Liturgia mozárabe – século VI/VII. Ofício das Completas.
Terceiro hino para sábados e domingos da Quaresma. Tradução: Pe. José Artulino Besen

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