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São Máximo, o Confessor

(c. 580-662), monge e teólogo

 
 

Sumário

1.

Vida

2.

Antologia de Textos Homiléticos
  .

Vida de Maria, atribuída a São Máximo o Confessor, no. 95-99: «O Consolo da Igreja»

  .

Das Cartas do abade São Máximo, confessor (Epístola 11: PG 91, 454-455): «A Misericórdia de Deus para com os Penitentes»

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Capita theologica: «Não é Ele o filho do carpinteiro?»

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Centúrias sobre o amor, 4, 69 ss.: «O Reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo»

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Epístola 11: PG 91, 454-455 Teodoreto, Curación de las enfermedades de los paganos (cfr. VI, 74–78): «Razón de la Encarnación: No dejar que el hombre fuese asediado por el pecado y entregado a la muerte»

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Pergunta 63 a Talássio: «Uma lâmpada para os meus passos é a tua palavra, uma luz no meu caminho" (Sl 118,105)»

1. Vida

ão Máximo, o Confessor, nasceu em Constantinopla próximo do ano 580. Depois de haver recebido uma esmerada educação civil e religiosa, ocupou um alto cargo estatal que abandonou no ano 630 para tornar-se monge.

No início, combateu o monofisismo; mais tarde, dedicou todas as suas energias contra a heresia monotelita. Participou em numerosos sínodos africanos e tomou parte ativa no concílio de Latrão no ano 649 que condenou o monotelismo  junto com os patriarcas que o haviam favorecido. Em seu regresso à Constantinopla, foi arrastado por ordem do imperador Constante II, torturado e desterrado. Morreu no exílio em 13 de agosto do ano 662.

São Máximo escreveu numerosos escritos teológicos, exegéticos e éticos. É ainda atribuído a ele uma Vida de Maria, recentemente descoberta em tradução georgiana do século XI. Sua data (teria sido escrita antes do ano 626) faz dela a mais antiga biografia (Vida) da Virgem que chegou até nós.. Junto aos pontos fundamentais do dogma mariano, o autor destaca a profundidíssima união de Maria Santíssima com seu Filho e Deus, em todos os momentos de sua vida, mesmo depois de sua Ascensão ao Céu.

Os parágrafos que aqui se recolhem - uma mostra da solicitude da Virgem com os apóstolos e os discípulos, naqueles primeiros anos da Igreja - constituem um testemunho impressionante da profunda devoção que os cristãos sempre cultivaram à Mãe de Deus e nossa Mãe. Sumário

 

2. Antologia de Textos Homiléticos

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«O Consolo da Igreja»

Vida de Maria, atribuída a São Máximo o Confessor, no. 95-99

O nascimento e a adolescência daquela que concebeu e deu à luz - evento impensável, incompreensível, inefável! - ao Filho de Deus, o Verbo, Rei e Deus do Universo, já haviam sido mais maravilhosos que tudo o que se pode ver na natureza. Desde então, todos os dias de sua inteira existência, mostrou um estilo de vida superior à natureza [...] Logo, no caminho de sua fatigosa tarefa, sofreu e suportou muitas tribulações, provas, aflições e lamentos durante a Crucifixão do Senhor, alcançando uma completa vitória  e obtendo coroas de triunfo, até ao ponto de ser constituída a Rainha de todas as criaturas.

Depois de ver o Filho, o Verbo do Pai, verdadeiro Deus e Rei da Criação, ressuscitar do sepulcro, - acontecimento superior a qualquer outro - e subir ao Céu com aquela natureza humana que dela havia tomado, depois de toda esta glória, não lhe foi poupada aqui na terra uma vida de provas e fadigas, não esteve privada de ansiedades e preocupações. Como se começasse então sua vida pública, em seu desvelo, não concedia sono a seus olhos nem descanso às suas pálpebras nem repouso ao seu corpo (Sl 131,4): e quando  os apóstolos se dispersaram pelo mundo inteiro, a santa Mãe de Cristo, como Rainha de todos, vivia no centro do mundo, em Jerusalém, em Sião com o apóstolo predileto que lhe havia sido dado como filho por Nosso Senhor Jesus Cristo. [...]

A Virgem não só  animava e ensinava aos santos apóstolos e aos demais fiéis a ser pacientes e suportar as provas, senão que era solidária com eles em suas fadigas, lhes sustentava na pregação, estava em união espiritual com os discípulos do Senhor em suas privações e suplícios, em suas prisões. Assim como havia participado com o coração traspassado, na Paixão salvadora de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, assim sofria com eles. Mais ainda, consolava a estes dignos discípulos com suas ações,  confortava-os com suas palavras pondo-lhes como modelo a Paixão de seu Filho e Rei. Recordava-lhes a recompensa e a coroa do Reino dos céus, a bem-aventurança e as delícias pelos séculos dos séculos.

Quando Herodes capturou a Pedro, tendo-lhe mantido prisioneiro até a aurora, também ela estava espiritualmente prisioneira com ele: a santa e bendita Mãe de Cristo participava nas suas algemas, rezava por ele e pedia à Igreja que rezasse. E antes, quando aos maus judeus apedrejaram Estevão, quando Herodes ordenou o martírio de Tiago, irmão de João, as perseguições, sofrimentos e suplícios traspassaram o coração da Santa Mãe de Deus: na dor de seu coração e com as lágrimas de seu lamento, era martirizada com ele. [...]

Depois da partida de João, o Evangelista, São Tiago, o filho de José, também chamado «irmão do Senhor», tomou a seu cuidado a santa Mãe de Cristo [...] Deste modo, também o regresso da santa Mãe de Deus à Jerusalém  foi um bem: era ela, com efeito, a segurança, o porto e o apoio dos crentes que ali viviam.

Qualquer preocupação ou dificuldade dos cristãos, era confiada à puríssima, já que habitavam em meio ao rebelde povo judeu. Antes dos santos combates e da morte, de todos os lados vinham os fiéis para vê-la. Ela consolava a todos e a todos fortalecia.

Ela era a santa esperança dos cristãos de então e dos que viriam depois: até o fim do mundo será a mediadora e a fortaleza dos cristãos. Porém, então, sua preocupação e seu empenho eram mais intensos, para corrigir, para consolidar a nova lei do cristianismo, para que fosse glorificado o Nome de Cristo.

As perseguições que sobre a Igreja eram disparadas, a violação dos domicílios dos fiéis, as execuções capitais de numerosos cristãos, as prisões e tribulações de todo o tipo, as perseguições, as fadigas e vexames por que passavam os apóstolos, expulsos de lugar em lugar, todas estas coisas repercutiam em seu coração materno, que sofria por todos e de todos cuidava, com palavras e obras. Era ela o modelo do bem e a melhor mestra no lugar do Senhor, seu Filho, e em vista d'Ele. Era ela a intercessora e advogada de todos os crentes. Suplicava a seu Filho que derramasse sobre todos a sua misericórdia e a sua ajuda.

Os santos apóstolos havia-na escolhido como guia e mestra. Notificavam-lhe qualquer problema que surgisse e dela recebiam propostas e conselhos sobre o que deviam fazer, até o ponto que, os que se encontravam próximos a Jerusalém iam vê-la. De vez em quando, aproximavam-se dela e informavam-na o que haviam feito e como haviam pregado. Seguiam depois suas orientações. Depois de percorrer países distantes, procuravam voltar cada ano, pela páscoa, à Jerusalém, para celebrar com a Santa Mãe de Deus, a festa da Ressurreição de Cristo. Cada um lhe informava sobre sua pregação aos gentios e as perseguições que haviam encontrado por parte dos judeus e pagãos; logo, reconfortados com sua oração e doutrina, retornavam ao apostolado. Assim procediam todos, ano após ano - a menos que houvesse grave impedimento -, exceto Tomé. Ele não podia vir por causa da enorme distância e da dificuldade de se deslocar da Índia onde se encontrava. Todos os demais vinham a cada ano visitar a santa Rainha; depois, fortalecidos com sua oração, voltavam a anunciar a Boa-nova. Sumário

* * * * *

«A Misericórdia de Deus para com os Penitentes»

Das Cartas do abade São Máximo, confessor
(Epístola 11: PG 91, 454-455)

"Os que anunciaram a verdade e foram ministros da graça divina"; quantos, desde o começo até nós, trataram de explicar em seus respectivos tempos a vontade salvífica de Deus para nós, dizem que não há nada de mais querido e estimado por Deus do que os homens  que , verdadeiramente penitentes, convertam-se a Ele.

E para manifestar de uma maneira mais própria de Deus que todas as outras coisas, a Palavra divina de Deus Pai, o primeiro e único reflexo insigne da bondade infinita, sem que haja palavras que possam explicar sua humildade e descida até a nossa realidade, se dignou, mediante a sua encarnação, conviver conosco; e levou a cabo, padeceu e falou tudo aquilo que parecia conveniente para reconciliar-nos com Deus Pai, a nós que éramos seus inimigos; de forma que, estranhos como éramos à vida eterna, de novo nos vimos chamados a ela.

Pois, não só sarou as nossas enfermidades com a força dos milagres, senão que, havendo aceitado as debilidades de nossas paixões e o suplício da morte, como se ele mesmo fosse culpado, estando ele imune de toda a culpa, nos libertou mediante o pagamento de nossa dívida, de muitos e tremendos delitos e, enfim, nos aconselhou com múltiplos ensinamentos, que nos fizéssemos semelhantes a ele, imitando-o com uma qualidade humana melhor disposta e uma caridade mais perfeita para com os demais.

Por isso clamava:: «Não vim a chamar os justos à penitencia, senão os pecadores». E também: «Não são os sadios os que necessitam do médico, senão os enfermos». Por isso acrescentou ainda que havia vindo para buscar a ovelha que se havia perdido, e que precisamente havia sido enviado às ovelhas que haviam perecido da casa de Israel. E, ainda que não com tanta clareza, deu a entender o mesmo com a parábola da dracma perdida: que tinha vindo para recuperar a imagem obscurecida com a fealdade dos vícios. E conclui: «Em verdade vos digo, que há alegria no céu por um só pecador que se converta».

Assim também, aliviou com vinho, azeite e curativos ao que havia caído nas mãos de ladrões e, desprovido de todas as vestes, havia sido abandonado quase morto por causa dos maus tratos; depois de colocá-lo sobre a sela de seu cavalo, o deixou numa hospedagem para que o cuidassem; e depois de haver deixado o que lhe parecia ser suficiente para seus cuidados, prometeu dar, em sua volta, o que tivesse ficado pendente.

Considerou como pai excelente aquele homem que esperava o regresso de seu filho pródigo, e o abraçou porque voltava com disposição para a penitência e o agasalhou com seu amor paterno, e não pensou em reprovar-lhe o que havia antes cometido.

Por esta mesma razão, depois de ter encontrado a ovelha perdida das cem ovelhas divinas, que caminhava errante por montes e colinas, não voltou a conduzi-la ao redil com empurrões e ameaças, nem com maus tratos, senão que, cheio de misericórdia, colocou-a sobre seus ombros e a devolveu ao incólume redil.

Por isso, digo também: «Vinde a mim todos os que estais cansados e fatigados, e eu vos aliviarei». E também: «Carregai meu jugo»; ou seja, chama jugo os mandamentos ou a vida de acordo com os evangelhos  e, carga, a penitência, que pode parecer as vezes algo mais pesado e que machuca:  «porque meu jugo é suave», diz, «e meu peso é leve».

E, de novo, ao ensinar-nos a justiça e a bondade divina, manda e diz: «Sede santos, sede perfeitos, sede misericordiosos, como o é vosso Pai celestial». E: «Perdoai e sereis perdoados». E: «Tudo quanto queiras que te façam os homens, fazei vós a eles»." Sumário

* * * * *

«Não é Ele o filho do carpinteiro?»

Capita theologica

O Verbo de Deus nasceu uma vez para todos segundo a carne. Mas, por causa do seu amor pelos homens, Ele deseja nascer sem cessar pelo espírito para todos os que o desejam; Ele faz-se criança e forma-se neles ao mesmo tempo que as virtudes; manifesta-se na medida de que sabe ser capaz aquele que o recebe. Agindo desta forma, já não é por ciúme que atenua o brilho da sua própria grandeza, mas porque afere e mede a capacidade daqueles que desejam vê-Lo. Assim, o Verbo de Deus revela-se-nos sempre da maneira que nos convém e contudo permanece invisível para todos, por causa da imensidade do Seu mistério. Por isso, o Apóstolo por excelência, considerando a força deste mistério, diz com sabedoria: «Jesus Cristo é sempre o mesmo ontem e hoje e por toda a Eternidade» (Heb 13,8); Ele contemplava este mistério sempre novo que a inteligência nunca acabará de sondar... Só a fé consegue apreender este mistério, ela que está no fundo de tudo aquilo que ultrapassa a inteligência e desafia a expressão. Sumário

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«O Reino dos céus é semelhante a um tesouro
escondido num campo»

Centúrias sobre o amor, 4, 69 ss.

Há quem pense que de modo algum participa nos dons do Espírito Santo. Devido à sua negligência em levar à prática os mandamentos, essas pessoas não sabem que quem mantém inalterada a fé em Cristo reúne em si mesmo todos os dons divinos. É natural que quando, por inércia, nos encontramos longe do amor activo que devíamos ter por Ele – esse amor que nos mostra os tesouros de Deus escondidos em nós –, pensemos que não estamos a participar nos dons divinos.

Se “Cristo habita pela fé nos nossos corações”, segundo o apóstolo Paulo (Ef 3, 17), e se nele “estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (Col 2, 3), todos esses tesouros da sabedoria e da ciência estão escondidos nos nossos corações. Mas revelam-se ao coração na medida da purificação de cada um, dessa purificação que os mandamentos suscitam. Tal é o tesouro escondido no campo do teu coração, que ainda não encontraste, devido à tua preguiça. Porque, se o tivesses encontrado, terias vendido tudo, para adquirir esse campo. Mas agora abandonaste o campo e procuras em seu redor, onde apenas existem espinhos e silvas. É por isso que o Salvador afirma: “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt 5, 8). Vê-Lo-ão e verão os tesouros que estão nele, quando se tiverem purificado, pelo amor e pela temperança. E vê-Lo-ão tanto mais, quanto mais se tiverem purificado.Sumário

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«Razón de la Encarnación: No dejar que el hombre fuese asediado por el pecado y entregado a la muerte»

Epístola 11: PG 91, 454-455
Teodoreto, Curación de las enfermedades de los paganos
(cfr. VI, 74–78)

«Ya que es claro que el Creador del universo es providente hacia sus criaturas, aparece indudable e impugnable la razón de la Encarnación del Salvador. Ya que convenía a quien había diseñado el universo y había dado el ser a las cosas que no eran no dejar perecer la raza de los hombres, por la que había preparado todas las cosas que se ven. La tierra de hecho es el lugar donde viven, y tienen el cielo como techo; el aire, y el mar, los ríos y las fuentes y los fragmentos de las nubes y los rocíos y las auras, y además las plantas – las fructíferas y las infructíferas - y los animales – terrestres y alados y acuáticos y anfibios - y la infinita especie de las hierbas y las minas de los metales están al servicio del género humano; y todavía, el sol y la luna y la multitud de los astros, dividiendo el tiempo, lo distribuyen en partes iguales, y uno ilumina el día y llama al trabajo, y el otro, junto con los astros, tiene en suerte el trabajo de iluminar la noche. El Señor del Universo no considera justo dejar que aquél, por el que todas las cosas han sido hechas, fuese acechado del pecado y entregado como prisionero a la muerte. Y por ello el vistió la forma humana y cubrió la naturaleza invisible con la visible, y la visible la custodió sin pecado y conservó intacta la escondida; de hecho ni ésta participó de las pasiones de la carne, ni la carne participó de las manchas del pecado. [...] Así, cuando quiso dar a todos los hombres un remedio saludable, no se sirvió, como sus ayudantes, de los Ángeles o Arcángeles, ni del cielo emanó una voz sonora e adecuada a todos los hombres, sino que del útero de una virgen se construyó un habitáculo humano y de allí salió fuera, visto como un hombre y adorado como Dios, generado de la sustancia del Padre, antes del principio de los siglos, y tomando de la virgen el elemento visible, siendo al mismo tiempo nuevo y eterno.» Sumário

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«Uma lâmpada para os meus passos é a tua palavra,
uma luz no meu caminho" (Sl 118,105)»

Pergunta 63 a Talássio

A lâmpada no lampadário é nosso Senhor Jesus Cristo, a verdadeira luz do Pai "que ilumina todo o homem que vem a este mundo" (Jo 1,9). Dito de outra forma, é a Sabedoria e a Palavra do Pai; tendo aceitado a nossa carne, tornou-se realmente e foi chamado a "luz" do mundo. É celebrado e exaltado na Igreja pela nossa fé e pela nossa piedade. Torna-se assim visível a todas as nações e brilha para "todos os da casa", isto é, para o mundo inteiro, tal como é dito nas suas palavras: "Não se acende uma candeia para a pôr debaixo de um vaso mas no candelabro onde brilhe para todos os da casa" (Mt 5,15).

Como se vê, Cristo designa-se a si mesmo como lâmpada. Sendo Deus por natureza, tornou-se carne no plano da salvação, uma luz escondida na carne, tal como debaixo de um vaso... Era nisto que David pensava quando dizia: "Uma lâmpada para os meus passos é a tua palavra, uma luz no meu caminho" (Sl 118,105). Porque faz desaparecer as trevas da ignorância e do mal entre os homens, o meu Salvador e Deus é chamado lâmpada na Sagrada Escritura. Porque é o único a poder aniquilar as trevas da ignorância e a dissipar a escuridão do pecado, tornou-se para todos caminho de salvação.

Conduz junto do Pai aqueles que, pelo conhecimento e pela virtude, avançam com ele pelo caminho dos mandamentos, considerado caminho da justiça.

O lampadário é a Santa Igreja porque o Verbo de Deus brilha por causa da sua pregação. É deste modo que os raios da sua verdade podem iluminar o mundo inteiro... Mas com uma condição: não a esconder sob a letra da lei. Todo aquele que fica preso apenas à letra da Escritura vive segundo a carne: põe a lâmpada debaixo do vaso. Pelo contrário, colocada no lampadário, a Igreja ilumina todos os homens. Sumário


Fonte:

Evangelho Cotidiano

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