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O Conselho Mundial de Igrejas

Centro Ecumênico Reconciliação, Figueira da Foz

 

Conteúdo

  1. O Conselho Mundial de Igrejas em poucas palavras
  2. "Para a glória do Deus único..."
  3. A peregrinação em direção à unidade
  4. O que significa "ecumênico"?
  5. Meio século de serviço
  6. Ao serviço do Reino de Deus em toda a sua riqueza
  7. O que faz o Conselho Mundial de Igrejas?
  8. Como está organizado o CMI?
  9. A responsabilidade cristã num mundo em evolução
  10. Edificar "uma família humana"
  11. Levar a carga uns dos outros
  12. A Igreja una de Cristo
  13. Mensagem da 8.ª Assembléia Geral
  14. Programas e administração do CMI
  15. Celebração do 50.º aniversário do CMI, 19/09/98

O CMI colabora com as suas mais de 330 igrejas-membro em 100 países diferentes, apoiando a suas iniciativas a nível local. Responde aos apelos por ação e informação, provenientes das suas igrejas-membro e outras organizações interessadas. Através de ações de solidariedade presta ajuda em casos de catástrofes naturais e crises inesperadas.

Como está organizado o CMI?

A cada sete anos, o CMI realiza uma assembléia internacional, da qual participam milhares de delegados das igrejas-membro e representantes de outras igrejas e organizações ecumênicas assim como visitantes de todas as partes do mundo. Os delegados reunidos estabelecem políticas para o trabalho do CMI nos próximos anos, tomando em conta a situação mundial e eclesiástica contemporânea.

A última Assembléia Geral - a oitava do CMI - teve lugar em Harare / Zimbabwe, em Dezembro de 1998. No culto de Ação de Graças pelo 50.º aniversário da fundação do Conselho, os representantes das igrejas-membro renovaram o seu compromisso com a visão que tinha servido de base para a fundação do Conselho Mundial de Igrejas em 1948.

O pessoal do Conselho Mundial de Igrejas trabalha a partir dos seus escritórios centrais em Genebra, Suíça, para realizar, apoiar e coordenar as atividades ecumênicas pedidas pelas igrejas-membro. Todo o trabalho do CMI é supervisionado pelos 150 membros do Comitê Central, nomeados de entre os delegados pela Assembléia Geral, e pelos seus três sub-comitês (Comitê Executivo, Comitê de Programas e Comitê de Finanças). Uma série de órgãos consultivos assim como a colaboração regular com outras organizações e grupos ecumênicos permitem ampliar a participação em atividades que assim ganham uma maior pertinência e eficácia.

A responsabilidade cristã num mundo em evolução

Desde o seu início, o Conselho Mundial de Igrejas dedicou tempo e recursos ao estudo profundo de problemas que afetam os cristãos que vivem em contextos culturais diferentes e freqüentemente em situações difíceis. O CMI fá-lo não para já reunir informações, mas para motivar as Igrejas a determinarem em conjunto objetivos e áreas de entendimento e para exortar os cristãos a assumirem as suas responsabilidades.

Também questões referentes à doutrina e à ordem eclesiástica foram objeto de estudo minucioso. Acordos significativos foram alcançados quanto à compreensão e à prática do Batismo, da Eucaristia e do Ministério.

Além disso, o CMI realizou vários estudos sobre assuntos atuais, como o HIV/SIDA, a globalização e as alterações climáticas que ocorrem em todo o mundo. Cada um destes assuntos, e outros ainda, que estão na ordem do dia do CMI, representam desafios aos quais os cristãos são chamados a responder com criatividade e amor.

Freqüentemente, os estudos do CMI servem de base para posicionamentos oficiais dos seus órgãos diretivos ou de suas Igrejas-membro.

Tais estudos ajudam as igrejas na sua tarefa de proporcionar os meios às suas congregações, pastores, sacerdotes e dirigentes para o cumprimento da sua missão no mundo.

A Igreja é um instrumento poderoso para a realização da esperança que Deus traz ao mundo. Por meio do CMI, as igrejas levam esta mensagem de esperança a um mundo marcado por deslumbrantes avanços tecnológicos e constantes mudanças políticas.

Edificar «uma família humana”

A constituição do Conselho Mundial de Igrejas conclama para que seja promovida "uma família humana que viva em justiça e paz". O CMI acredita que as guerras são contra a vontade de Deus, e por isso empenha-se pela paz e pela justiça. Acredita também no valor e dignidade de cada pessoa humana e combate, portanto, o racismo e o sexismo e promove os direitos humanos.

Pronunciamentos públicos ocasionalmente feitos pelo Conselho Mundial de Igrejas dirigem a atenção das Igrejas e da comunidade internacional a assuntos, eventos e movimentos contemporâneos que, por vezes, são negligenciados. Em outras ocasiões, o CMI aplica a diplomacia discreta para intervir em situações de crise. Quando necessário, o CMI empenha-se em mediar conflitos e reconciliar as partes envolvidas.

Todos os pronunciamentos públicos do CMI e sua mediação têm uma intenção pastoral - de despertar confiança, consolo e esperança, baseados num profundo compromisso com a palavra redentora de Deus.

Levar a carga uns dos outros

Desde os primeiros momentos de sua existência, logo após a Segunda Guerra Mundial, o CMI vem oferecendo ajuda a refugiados e deslocados, apoiando-os materialmente na reconstrução de comunidades e de países afetados por conflitos. Catástrofes naturais e outros desastres levaram o CMI a ampliar a sua ajuda para aliviar os sofrimentos e necessidades dos seres humanos.

Em vez de realizar os programas de ajuda e desenvolvimento por sua conta, o Conselho Mundial de igrejas canaliza a ajuda ecumênica através das igrejas e outros. O CMI dá prioridade total a esquemas em que os mais diretamente afetados por estas situações podem participar no estabelecimento de prioridades e na tomada de decisões assim como ao apoio aos menos favorecidos.

As décadas de envolvimento do CMI no serviço cristão têm demonstrado o poder do mandamento bíblico de levar a carga uns dos outros. As igrejas que estão em condições de ajudar materialmente aos necessitados, também têm suas próprias necessidades. E as igrejas economicamente pobres têm muito a dar em outras áreas de modo que se pode estabelecer assim um intercâmbio muito valioso.

A Igreja una de Cristo

O Conselho Mundial de Igrejas exorta cada igreja a reconhecer os dons, as necessidades e as responsabilidades de cada um dos seus membros. Afirmando a igualdade entre todos os membros do povo de Deus, encoraja a colaboração entre homens e mulheres na Igreja. Pede às igrejas que cuidem das crianças e ouçam a voz dos jovens, que juntos não só representam a Igreja de amanhã, mas são parte essencial da Igreja de hoje. Convencido de que Deus prometeu um lugar para cada um na comunidade, o CMI apela às igrejas a acolherem os marginalizados e os excluídos, sejam quais forem os motivos da sua exclusão - raça, identidade étnica, pobreza, incapacidade ou outras razões.

Parte da mensagem final da 8ª Assembléia Geral do Conselho Mundial de Igrejas, Harare, Zimbabwe, Dezembro de 1998.

  • Desejamos intensamente a unidade visível do corpo de Cristo que afirma os dons de todos, jovens e anciãos, mulheres e homens, laicos e ordenados.
  • Temos esperança na cura da comunidade humana, a plenitude de toda a criação de Deus.
  • Cremos no poder libertador do perdão que transforma a hostilidade em amizade e rompe a espiral da violência.
  • Estamos estimulados por uma visão de uma igreja que chega a todos e a cada um, que compartilha, está ao serviço de todos, proclama a boa nova da redenção de Deus e é ao mesmo tempo sinal do reino e serva do mundo.
  • Estamos interpelados por uma visão da igreja, povo de Deus que avança pelo caminho, que enfrenta todas as divisões de raça, sexo, idade e cultura e luta pela realização da justiça e da paz assim como pela integridade da criação.
  • Caminhamos juntos como povo que tem fé na ressurreição. No meio da exclusão e do desespero, cremos com alegria e esperança na promessa da plenitude de vida.
  • Caminhamos juntos como povo em oração. No meio da desorientação e da perda de identidade, discernimos sinais do cumprimento da vontade de Deus e esperamos a vinda do seu Reino.

Programa e administração do CMI

  • Secretaria Geral e Instituto Ecuménico Bossey
  • Setor de Estudo e Ação:
  • Fé e Ordem;
  • Missão e Evangelização;
  • Justiça, Paz e Criação;
  • Educação e Formação Ecumênica.
  • Setor de Relações: Relações com as igrejas e a comunidade ecumênica; Relações Regionais e Compartilha Ecumênica; Relações e diálogo inter-religiosos; Relações internacionais; ACT (Action Churches Together) Internacional: escritório de coordenação da ação em casos de urgência, em colaboração com a Federação Luterana Mundial).
  • Setor de Comunicação: Informação; Publicações e Documentação.
  • Setor de Finanças, Serviços e Administração: Finanças; Mobilização e Controle de Receitas; Recursos Humanos; Serviços Gerais; Serviços Informáticos.

Notas financeiras:

As atividades do Conselho Mundial de Igrejas são mantidas, financeiramente, mediante contribuições de suas igrejas-membro e doações de particulares, organizações e governos. O Conselho também tem rendimentos provenientes de investimentos, da renda de salas no Centro Ecumênico, em Genebra, dos cursos que oferece no Instituto Ecumênico e de publicações. Nos últimos anos, o orçamento anual girou em torno de 75 milhões de francos suíços (aproximadamente US$ 53,6 milhões). O esboço que segue indica como o Conselho Mundial de Igrejas aplica os fundos recebidos nos seus programas de testemunho cristão e nas outras tarefas, e de que regiões do mundo tais recursos são obtidos.

Despesas - Contribuições por regiões

  • Relações: 47,69%
  • Europa: 82,56%
  • studo e Ação: 24,17%
  • América do Norte: 15,43%
  • Finanças, Serviços e Administração: 11,77%
  • Ásia: 1,11%
  • Comunicação: 8,25%
  • Outras Regiões: 0,66%
  • Instituto Ecumênico Bossey: 4,56%
  • África: 0,15%
  • Secretaria Geral: 3,56%
  • Pacífico: 0,04%
  • América Latina: 0,03%
  • Caribe: 0,01%
  • Médio Oriente:0,01%

 

Celebração Ecumênica do 50.º Aniversário
do Conselho Mundial de Igrejas - CMI

"Voltai-vos para Deus, alegrai-vos na esperança"

 

Este foi o lema escolhido para a celebração do 50.º aniversário do Conselho Mundial de Igrejas, realizada no dia 19 de Setembro de 1998, no Centro Ecumênico Reconciliação, na Figueira da Foz. Estiveram presentes neste acontecimento de suma importância ecumênica representantes oficiais da Igreja Católica Romana (ICR), entre eles o Secretário da Comissão da Doutrina da Fé da Conferência Episcopal Portuguesa, Padre Manuel da Rocha Felício, e o delegado para Assuntos Ecumênicos da Diocese de Coimbra, Frei Eliseu. Da parte do Conselho Presbiteriano Regional do Centro fez-se presente a sua Comissão Executiva, composta pela D. Eunice Leite, Sr. Fernando Matos e Pastor Manuel Pedro Cardoso. Para além destes irmãos participaram neste evento também irmãs e irmãos das comunidades presbiterianas do Bebedouro, das Alhadas, da Granja do Ulmeiro e da Figueira da Foz.

O presidente da IEPP, Pastor José Manuel Leite, iniciando esta celebração, falou sobre "Os 50 anos do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e os 33 anos do Grupo Unido de Trabalho (GUT)". Ele disse: "… não posso deixar de manifestar a minha alegria por estarmos na presença do único grupo existente em Portugal onde o diálogo ecumênico se processa a nível de uma região, completando deste modo o que já existe, infelizmente pouco, a nível local e nacional", dizendo ainda que a idéia de organizar este encontro era "feliz e atual". "A idéia é já por si muito significativa e mais ainda quando soube que a iniciativa partiu do lado católico romano."

Na sua intervenção falou das hostilidades que o movimento ecumênico e CMI encontraram no início da sua existência, dando ênfase ao desenvolvimento da cooperação entre o CMI e a Igreja Católica Romana desde então até hoje:

"A participação formal da ICR com o CMI inicia-se na Assembléia de Nova Deli (1961) sob a forma de uma delegação de cinco observadores à mesma. Dois anos depois é o CMI que envia os seus observadores ao Concílio Vaticano II. A partir deste momento a ICR passará a estar presente, com estatuto de convidada, observadora ou conselheira em todas as reuniões do Comitê Central do CMI e em quase todas as suas grandes reuniões ou conferências.

A participação mais sistemática e permanente passa-se, entretanto, a nível da Comissão de Fé e Ordem, da qual a ICR é membro de pleno direito e também na Comissão Mundial de Missão e Evangelização da qual faz parte através de várias ordens religiosas missionárias… não se pode ignorar o processo que de há longos anos vem sendo desenvolvido na programação da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e dos estudos sobre o Batismo, a Eucaristia e o Ministério (BEM) e sobre a Confissão da Fé Apostólica hoje.

Nos últimos anos, desde a Assembléia de Vancouver (1983) a ICR tem sido uma parceira indispensável no chamado processo conciliar "Paz, Justiça e Integridade da Criação", e ainda que não tenha aceito ser co-organizadora da Assembléia Mundial de Seul (1990), nela participou a vários títulos…

Se do lado do CMI o grande interlocutor tem sido a Comissão de Fé e Ordem, do lado do Vaticano as relações são estabelecidas com o Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos…

Visitas dos Secretários Gerais do CMI a Roma e visitas dos papas Paulo VI e João Paulo II a Genebra (onde se situa a sede do CMI), as sessões conjuntas de trabalho e a presença de observadores no decorrer das sessões plenárias das Comissões e Secretariados, são exemplo de uma colaboração cada vez mais ativa entre os dois parceiros."

Desde 1965, a ICR e o CMI dispõem de um instrumento de trabalho ecumênico comum, o Grupo Unido de Trabalho (GUT), composto por 8 elementos do lado do CMI e 6 do lado da ICR. Entre outros assuntos, o GUT estudou a questão da filiação da ICR no CMI. "Rapidamente se deu conta de alguns dos obstáculos que teriam de ser ultrapassados, dos quais saliento dois: a) a ICR, diferentemente do que sucede com as Igrejas membros do CMI, é uma Igreja com uma missão universal e o seu governo e estrutura de ensino constituem um elemento essencial da sua identidade. Ela considera-se uma família de Igrejas particulares (locais) com e sob o bispo de Roma e as suas estruturas de decisão a níveis mundial e nacional (Conferências Episcopais) diferem muito das Igrejas membros do CMI; b) a questão do número de membros e as suas conseqüências nos critérios de representatividade e poder de decisão nos órgãos do Conselho.

Embora estes e outros obstáculos não tenham sido considerados insuperáveis, a ICR ao avaliar o estudo feito sobre as vantagens e desvantagens da sua entrada no CMI, decidiu, em 1972, não pedir a sua adesão «num futuro imediato». Simultaneamente disse ser a sua convicção que através do GUT «a colaboração entre a ICR e o CMI deve não só ser continuada, mas sim intensificada»."

O trabalho do GUT vem-se realmente intensificando, até ao momento em que, depois da Assembléia Geral do CMI em Vancouver (1983), ambos os parceiros declaram que "tanto a ICR como o CMI aceitam o princípio comum da unidade na diversidade". Mas o GUT também levanta "duas importantes questões que ainda hoje estão longe de ser resolvidas: Até onde a diversidade na doutrina, no ensino moral e no testemunho pode ser compatível com a confissão de uma fé apostólica comum da Igreja una. E para além disto: Qual é a autoridade da e na Igreja?"

"Em 1990 a ICR já é membro de 35 Conselhos nacionais de Igrejas". O GUT conta hoje com 9 representantes do CMI e 8 da ICR e continua o seu trabalho intensivo da aproximação entre estas duas grandes organizações da Igreja Una. O Pastor Leite terminou a sua palestra, falando das questões atuais que estão a ser refletidas e que exigem respostas de ambas as partes:

  • As conseqüências eclesiais do batismo comum;
  • O papel ecumênico dos casamentos inter-eclesiais;
  • Os Conselhos Nacionais de Igrejas locais, nacionais e regionais com a participação da ICR;
  • A Igreja e a lei eclesiástica;
  • As posições dos Evangélicos conservadores e dos - Carismáticos Pentecostais ao movimento ecumênico;
  • Como - estabelecer o diálogo?
  • O fundamentalismo cristão: um desafio ecumênico?
  • O lugar das mulheres na Igreja;
  • Educação ecumênica.

Depois de tudo isto fica a pergunta mais importante e existencial: como traduzir o que o GUT está fazendo e planeando na nossa situação portuguesa?"

Depois desta exposição, tomou a palavra o Padre Manuel da Rocha Felício: "Quero antes de mais e em nome da Comissão da Doutrina da Fé que represento na qualidade de seu secretário, manifestar a minha profunda satisfação por estar hoje aqui presente a celebrar as Bodas de Ouro do Conselho Mundial de Igrejas… Estou contente porque esta efeméride não se celebra só na cidade de Harare, capital de um país longínquo…, mas está-se a celebrar entre nós, em Portugal, com a presença das Igrejas que lhe estão diretamente vinculadas e também de uma outra Igreja Irmã, a Igreja Católica que, não integrando o Conselho Mundial de Igrejas, se sente muito bem nesta celebração festiva. Demos graças a Deus também pelo que significa de caminhada ecumênica este ato de estarmos juntos a celebrar acontecimento de transcendente importância para a presença cristã no mundo e em particular no nosso mundo europeu e português. Há alguns anos - poucos - isso seria impensável."

No decorrer da sua intervenção, o Padre Felício falou da história e da organização do Conselho Mundial de Igrejas e do seu "peso moral e institucional" que "é hoje uma realidade incontestável com o qual contam os atores sociais", para depois frisar duas experiências ecumênicas pessoais mais ligadas a Portugal: um encontro internacional, realizado em 1994 em Lisboa, para a preparação da Semana da Oração pela Unidade dos Cristãos, e da 2ª Assembléia Ecumênica Européia, "realizado no passado ano de 1997, na Áustria, na cidade de Graz. Aí sentimos todos os participantes, incluindo o significativo grupo de portugueses, a força da esperança que o único Evangelho de Jesus Cristo, vivido, é certo, de formas diferentes, transmite a todos os cristãos, a todas as comunidades cristãs e mesmo a todos os ambientes onde a fé cristã chega, ainda que apenas como fermento na massa. Há experiências que abrem de fato clareiras de esperança na vida das pessoas e das comunidades. E esta foi uma delas."

Durante este encontro falaram ainda dois leigos, do lado católico romano o Sr. Luís Lima, e do lado presbiteriano a D. Zulmira Cardoso, da sua experiência ecumênica pessoal, abrindo horizontes de esperança para uma caminhada ecumênica mais intensiva e mais unida.

O encontrou terminou com uma celebração ecumênica de ação de graças pelo 50.º Aniversário do Conselho Mundial de Igrejas, dirigida pela D. Eunice Leite, o leigo católico romano Sr. Francisco, Padre Manuel da Rocha Felício, Frei Eliseu e Pastor Pedro Manuel Cardoso, e ainda um piquenique "ecumênico" em que a alimentação espiritual foi completada pela física.

Fonte:

Presbyterian Church of Portugal

 
     
 
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