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Monastério XENOPHONTOS |
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Fundação: 998-1010 A.D.
O primeiro registro histórico de que se tem conhecimento é datado do últimos anos do século XI (1175 - 1200). Seu período de grande prosperidade é interrompido pela Queda de Constantinopla em 1453. Depois viveu um período em que alternava destruição e reconstrução. Os recursos financeiros para a reconstrução vieram de doações da Europa Oriental. Ocupa a décima sexta posição na ordem hierárquica dos vinte monastérios Athonitas, conservando o modo de vida monástica cenobítica - (Vida comunitária) e, atualmente, abriga uma comunidade de 35 monges. Caracteriza-se por ter dois Katholikón: a Igreja original construída no século XI, que se ergue bem próximo ao monastério, dedicada a São Jorge e decorada com notáveis afrescos, obra do pintor Antonius de Creta (Escola de Creta - 1544); e a nova Igreja (Katholikón) que foi restaurada entre os anos 1817-1837 e é a maior de todas do Monte Athos, mas não possui ainda nenhum afresco. Ao lado do novo katholikón está a Fonte para a Bênção das Águas. Pertence ao Complexo Monástico um total de catorze capelas, oito em sua área interna e mais seis na parte externa. As que estão no interior do monastério são dedicadas, respectivamente a Santa Euphemia, Santos Cosme e Damião, Dormição da Santa Mãe de Deus, São João, o Teólogo, Apresentação da Santa Mãe de Deus, São Lázaro e Santo Estevão. As duas últimas estão no interior do Katholikón. Dentre os tesouros guardados pelo monastério destaca-se o ícone em mosaico bizantino da Transfiguração do Senhor, objetos litúrgicos (vasos e vestes) entre outros. A biblioteca monástica conserva 300 originais manuscritos e cerca de 4.000 livros impressos. Tradução: pe. André
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