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Monastério SIMONOS PETRA |
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Fundação: Início do século XIII/XIV
O nome vem do fundador do monastério, Ousious Simon, que viveu no Monte Athos em meados do século XIV. É habitado por uma comunidade de 60 monges conservando o modo cenobítico de vida monástica. Seu majestoso edifício de 7 andares foi destruído pelo fogo no século XIV, XVII e em 1891. Grande parte dos manuscritos originais, livros e objetos litúrgicos (vasos sagrados) foram destruídos pelo fogo no último incêndio que atingiu também o katholikón e a biblioteca. Sua reconstrução teve início já em 1891, com recursos enviados pela Rússia. O katholikón do monastério é uma pequena Igreja sem afrescos ainda, dedicado a Natividade do Senhor. Sua arquitetura segue o estilo athonita, conservando algumas partes do antigo edifício. O complexo monástico compreende quatro capelas na sua área interna e mais oito na área externa, as primeiras, dedicadas a Santa Maria Madalena, São Charalambos, Santos Arcanjos e São Jorge. A Biblioteca e o museu não possuem grande acervo devido aos incêndios que, lamentavelmente, destruíram grande parte dos tesouros históricos guardados pelo Monastério. Do que foi resgatado dos incêndios, está uma relíquia da Santa Cruz do Senhor entre outras santas relíquias do Salvador. Apresenta ainda uma moderna estrutura, admiravelmente bem organizada, com obras atuais e periódicos relacionados às ciências, além de alguns originais de manuscritos. Tradução: pe. André
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