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Monastério PHILOTHEOU |
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Fundação: último quarto do X Século - (975/1000 A.D.)
De acordo com as fontes, o monastério foi fundado pelo Bem-aventurado Philotheos no último quarto do X século, permanecendo na obscuridade até o XIV século, quando te início um período de florescimento com a chegada de monges da Sérvia e Bulgária que ali se estabeleceram, permanecendo por um período de aproximadamente dois séculos. Quando os monges eslavos saíram, no final do séc. XVI, o monastério voltou a obscuridade. No século XVIII, os príncipes gregos de Moldávia e de Wallachia fizeram concessões ao monastério garantindo a construção da hospedaria, capelas e celas, o que lhe deu sua forma atual. Em meados do séc. XVIII, Kosmas, o Aetolian, deixou o Monastério Philotheou para viajar em torno das Bálcãs, encorajando os cristãos a construir igrejas e escolas. O katholikón foi construído em 1746 nas ruínas de um edifício próximo, e os afrescos, durante os trinta anos seguintes. À esquerda de quem entra na igreja está o pórtico com o esplêndido ícone da Theotokos Glikofiloussa, a Virgem Maria beijando o Menino-Deus em seus braços. Afrescos com cenas do Apocalipse decoram o interior e exterior do Pórtico. Existem dez capelas, quatro internas e seis na parte exterior do monastério. À direita e à esquerda do pórtico estão duas capelas dedicadas aos Arcanjos e a São João Batista. As outras são dedicados a Santa Marina (campanário), aos Quarenta Mártires, a São João Crisóstomo e a São Nicolau. A fonte, em mármore branco, para a bênção das águas, está localizada entre o Katholikón e o refeitório. Este, por sua vez, foi construído no séc. XVI, no lado oposto do Katholikón, e decorado com afrescos desta mesma época. A biblioteca contém 250 códices manuscritos e dois rolos de pergaminho da Divina Liturgia. A sacristia contém uma parte da autêntica cruz, a mão direita de São João Crisóstomo e relíquias de outros santos. É ainda em Philotheos on de se encontra o milagroso ícone da Virgem Glicophilousa. É o décimo segundo na hierarquia dos monastérios do Monte Athos, abrigando uma comunidade de 59 monges que seguem o modo cenobítico de vida monástica. Tradução: pe. André
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